" E lembre sempre: você será HOMEM na medida da sua masculinidade, e será MULHER na proporção da sua feminilidade. É a sexualidade que define o ser humano concreto e faz o ser historicamente PESSOA, a imagem de Deus. Por favor, não confunda sexo com genitalidade! Este lembrete chato é porque tem gente que esquece".
Ovídio Zanini

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Código Penal declara a proibição do aborto.

 Código Penal declara a proibição do aborto. Todavia, o aborto necessário, legal ou terapêutico e o aborto no caso de gravidez resultante de estupro não são punidos. São casos de aborto legal, onde a lei, prevendo situação especial, os autoriza. Duas as hipótese previstas na legislação: para salvar a vida da gestante quando não houver outro recurso e para interromper a gravidez resultante de estupro. Assim, dispõe o artigo 128, do Estatuto Punitivo, ad litteris, et verbis:

Art. 128 — Não se pune o aborto praticado por médico:
I - se não há outro meio de salvar a vida da gestante;
II - se a gravidez resulta de estupro e o aborto é precedido de consentimento da gestante ou, quando incapaz, de seu representante legal.
http://www.boletimjuridico.com.br/doutrina/texto.asp?id=1225

Boa tarde.

Fiquei algum tempo ser postar, pois comecei a trabalhar e os estudos também está puxado; mas estou voltando para tirar duvidas e colocar dicas e textos maravilhosos. Obg

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Entrei em férias, e como meus estudos são por bloco, acabou a aula de Historia com a Prof° Maria de Cassia. isso quer dizer que muita gente vai deletar seus blogs por este motivo. Eu adorei o projeto, portanto continuarei com o Blog sobre Aborto e Sexo, pois tenho certeza que o projeto Leio, logo escrevo. tem futuro, no qual vai ajudar muita gente. De qualquer maneira estou aqui recebendo perguntas e ajudando como eu posso. 


*-*

segunda-feira, 4 de julho de 2011

SEXUALIDADE E RESPONSABILIDADE.

A sexualidade é um campo muito amplo da vida de um indivíduo e vai muito além do sexo, daí sua importância à vida. Em tese seria o uso do corpo para se conhecer, descobrir as necessidades prazerosas e afetiva a caminho de uma vida feliz e plena. É basicamente a busca do prazer em suas diversas formas, jeitos e maneiras para obter ou expressas prazer, e essa busca de prazer irá variar de pessoa para pessoa, levando em conta o momento de cada indivíduo.

Muitas vezes se confunde o conceito de sexualidade com o do sexo propriamente dito. É importante salientar que um não precisa vir acompanhado do outro.
Cabe a cada um decidir qual o momento propício para que esta sexualidade se manifeste de forma física e seja compartilhada com o parceiro(a) através do sexo que é uma das suas formas de se chegar à satisfação desejada.

A mulher contemporânea exerce diversos papéis na sociedade, trabalha para ter satisfação pessoal e financeira, é mãe, dona de casa, consumidora, procupa-se com a aparência, engravida, amamenta, entra na menopausa. São diversas situações em que a sexualidade fica confusa e muitas vezes torna-se um problema.

A gravidez, a amamentação e a menopausa são períodos delicados na sexualidade feminina. Muitas mulheres ficam abaladas física e emocionalmente, se sentindo menos sensuais e sexualmente atrativa.

É possível perceber que a abordagem da sexualidade deve ir além das informações sobre anatomia e funcionamento do corpo, ou seja, sexualidade inclui todas as formas como as pessoas expressam sua busca pelo prazer.

O corpo sente, pensa e expressa. Seja através do olhar, da forma de ouvir, do falar, enfim em todos os gestos exprimimos os nossos sentimentos, isto é, são expressões corporais do nosso estado de espírito.

Do mesmo modo, a sexualidade também é uma forma de expressão corporal da nossa capacidade de amar, de entregar à outra pessoa e receber a sua entrega.
A sexualidade é constituida de todos os sentimentos, pois somos capazes de sentir e expressar sentimentos de alegria, tristeza, amor, ódio, solidariedade, egoísmo, desejo, etc. A sexualidade é para ser usufruida com responsabilidade, respeito, prazer e carinho com o próximo.

O aborto e a violência contra a mulher


De modo geral, sou contra a legalização do aborto, pois acho que devemos assumir a responsabilidade por nossos atos. Mas e quando a mulher é vítima de um crime como o estupro? Será justo obrigarmos esta mulher a vivenciar uma gravidez que ela não planejou, fruto de um relacionamento sexual violento, forçado? Da mesma forma que o aborto é um crime, a mulher estuprada e obrigada pela lei a sustentar a gravidez está sendo vítima de dois crimes!
Muitos podem dizer que o feto não tem culpa, mas e a mulher violentada? Qual é a responsabilidade dela nesta situação? Não seria esta atitude uma violência psicológica e emocional? Temos o direito de obrigá-la a vivenciar toda uma série de mudanças físicas (em seu corpo) e sociais (no emprego).Não! Não podemos ser radicais. Nem todo mundo conhece a lei de Causa e Efeito, o Karma. Nem todos sabem da pré-existência da alma... portanto, não podemos dizer, simplesmente, que cada um colhe o que plantou e pronto! Até porque cada caso é um caso! E além disso, não podemos nos esquecer de que, nestes casos, o aborto pode ser uma prova para o espírito reencarnante, que pode estar em falta com aquela que seria sua mãe. Desta forma, os mentores o encaminhariam a uma provável situação de aborto.
Sou a favor da vida e não do aborto, mas não podemos ter uma visão unilateral, que respeite apenas o espírito do feto em detrimento do espírito da mãe.
Acho que este tema ainda é motivo de muitos debates, mas, em todos os casos onde a gestante pense em abortar, além do apoio psicológico e familiar, cabe aos espíritas a missão de orientá-la espiritualmente, com todos os ensinamentos que a doutrina espírita nos oferece pertinentes ao caso.

quarta-feira, 22 de junho de 2011

Como falar de sexo com seu filho ?

Como falar de sexualidade ?

Falar de sexualidade com os pais, é muitas vezes difícil e embaraçoso para os adolescentes, é por esta razão que, a educação sexual nas escolas e a informação adequada disponível na comunidade, exercem um papel tão importante. Mas para que a comunicação com o adolescente possa ocorrer, tanto em casa como no meio escolar, deve ser proporcionado um ambiente de compreensão ou empatia, de genuinidade e de aceitação e respeito pelo adolescente e suas dúvidas, sem fazer julgamentos de valor sobre as mesmas.
Os pais e os professores também podem ter dificuldades em falar sobre a sexualidade em geral ou sobre algum tema em particular. Para evitar que isto interfira ou dificulte o diálogo, é necessário que se preparem para esta possibilidade.


http://sexualidadenosjovens.blogspot.com/2007/12/como-falar-da-sexualidade.html